São, Salvo.

Mês: abril, 2015

Sempre

O corpo preso
a fruta quebrada no galho
não quer cair

recusas

até que a vida se esquece
e resta
um pouco de frio nem quente
qualquer coisa que dorme

sem de repente
enquanto a morte
escorre

cobra sem dente.

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Venta forte
quando a morte esculpe
ruínas

sem saber o que faz

um cego que tateia
em frente
entre os cristais

inverte os nomes

na boca do gado
o mato é que sente fome