São, Salvo.

Mês: maio, 2011

Viver

.

Milhares dê

Poesia

Atrasos sentido em frente

Fechado

É tão possível quanto

dançar parado

.

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Campo

.

As palavras são recursos escassos

de tanto usar

os parágrafos de arar terreno

na folha em branco

 .

Pra ver se esse ano a colheita vem

.

Da grafia semeada

se o significado, asa das coisas

de novo floresce

 .

Das velhas letras juntas

instantâneo de alma

.

Volta

.

Você pensa a vida

imagina uma

não lhe é o bastante

vasta

 .

Salta pras direções

daqui até

o futuro de uns outros

tantos

 .

Entre estradas

para os tão caminhos

onde o nada pára

de pé

 .

Multiplica de cena

teu piscar de olhos

bate de luz

tais palcos

 .

Cansa de armar

bagagens de encher

o indispensável de ti

em viagem

 .

Esquece de seguir

e volta um instante

rápido

você sempre esteve aqui

sentado

.

Antes

.

A beleza que me fundou

virou pedra

de guardar

a dureza de antes

que eu visse

.

Governo as direções

enquanto distraio do vento

chuva e sol

meus pequenos

do tempo

 .

Encerro o que é vida

me guarde

em suas estantes que eu resto

desconfiança pra me divertir

.

Paz

.

É um pensamento bonito

um retalho que é todo

no costurado

uma ilha onde as ideias descansam

porque entenderam que ali são bonitas

pra se deixar descansar

 .

O desespero é mais bonito em flor

 .

Cada vez mais flor

poesia

.